Cobrar projeto elétrico por metro quadrado, por hora ou por valor fechado?
As três formas de cobrar um projeto elétrico, quando cada uma funciona e por que o valor fechado com escopo claro costuma proteger a sua margem.
Conteúdos conectados à jornada real de quem empreende em engenharia elétrica.
As três formas de cobrar um projeto elétrico, quando cada uma funciona e por que o valor fechado com escopo claro costuma proteger a sua margem.
A conta completa do valor da hora: quanto você precisa tirar, os custos da empresa, os impostos e as horas que você realmente consegue vender.
Os fatores que formam o preço de um projeto ou laudo elétrico, as formas de cobrar e o caminho até a proposta, por quem vive disso.
Laudo, projeto e adequação são comprados de vez em quando. Como planejar conteúdo para estar presente no dia em que a necessidade aparece.
Em uma empresa de engenharia enxuta, o Founder é quem o cliente quer conhecer. Como dividir o papel do perfil pessoal e o da empresa.
Pode, desde que a abordagem fale do problema de quem recebe. Como usar o LinkedIn para achar quem decide e iniciar conversa sem parecer spam.
O que responder na hora, como voltar a falar com o cliente sem incomodar e por que a Instel Service só encerra uma proposta quando ouve um não.
Quem decide a compra dentro da empresa, qual serviço abre a porta e como abordar sem parecer mais um vendedor.
A indicação começa a empresa e não a sustenta. Os sinais de que chegou a hora de construir um canal de aquisição e como escolher um só.
O roteiro para fechar o primeiro serviço de engenharia elétrica sem site, sem anúncio e sem portfólio: a rede de contatos, na ordem certa.
A ordem que funcionou na Instel Service: rede de contatos, um canal de aquisição escolhido e acompanhamento de toda proposta até o cliente decidir.
Uma comparação de tempo, risco, renda e rotina entre o concurso público e a empresa própria para o engenheiro eletricista, sem torcida.